A Câmara Municipal de Curitiba (CMC) aceitou quatro representações por suposta quebra de decoro do vereador Renato Freitas (PT), durante um protesto contra o racismo na Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, no último final de semana. Uma das penalidades previstas pela casa, ao fim do procedimento de investigação, poderá ser a cassação do vereador.
A reunião presencial da Mesa Diretora da casa foi realizada na manhã desta quinta-feira (10) no gabinete da Presidência. Participaram do encontro o presidente Tico Kuzma (Pros); a primeira-secretária Flávia Francischini (PSL); a segunda-secretária Professora Josete (PT); o vice-presidente Alexandre Leprevost (Solidariedade); o segundo vice-presidente, Tito Zeglin (PDT); o terceiro-secretário, Professor Euler (PSD); e o quarto-secretário, Mauro Ignácio (DEM).
“A Mesa conclui que estão demonstrados os requisitos mínimos de admissibilidade, uma vez que há indícios de autoria e provas de materialidade, bem como a suposta tipicidade formal dos atos narrados que configuram, em tese, violação aos ditames do Código de Ética e Decoro Parlamentar, e não havendo necessidade de esclarecimentos prévios, delibera-se pela remessa preliminar da presente decisão à Corregedoria (…) e, ato contínuo, a remessa ao Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, observando o prazo comum de 5 dias, para que instaure os procedimentos de estilo”, informou a Câmara.






